4 de março de 2011

Tardelli não trocará 'carinho da torcida' por qualquer oferta do exterior


Artilheiro parece não se empolgar com interesse do Anzhi Makhachkala da Rússia

Jorge Gontijo/EM/D.A Press
Tardelli fica no Galo
 
 O atacante Diego Tardelli tratou de esfriar de vez os boatos que relacionam o seu nome ao emergente Anzhi Makhachkala da Rússia, clube que contratou recentemente os brasileiros Roberto Carlos e Jucilei, do Corinthians.

Nesta sexta-feira, Tardelli ratificou o seu desejo de cumprir o contrato com o Atlético, onde se sente em casa, ainda mais pelo carinho que tem recebido pelos torcedores.

Apenas uma oferta muito interessante poderia mudar o seu foco, o que ainda não aconteceu. “O carinho da torcida, com certeza, é o que me faz ficar aqui, o que me faz me sentir à vontade aqui no Atlético. Claro que vão chegar as propostas, mas o meu desejo sempre foi de ficar. Se um dia eu saísse daqui, seria por uma coisa muito boa, para resolver a minha vida mesmo. Não vai ser um pouco a mais que vai me tirar o Atlético porque às vezes não vale a pena. Tudo que estou vivendo aqui, tudo que a torcida faz comigo, faz com que eu queira ficar aqui e cumprir o meu contrato”.

O atacante sabe do interesse do Anzhi Makhachkala em levá-lo, mas assegurou que nenhuma oferta lhe foi apresentada pelos russos, por intermediários ou mesmo pelo presidente do Atlético.

”Pode até ter chegado para o Kalil, mas realmente pra mim não chegou. Chegaram algumas coisas de especulações, mas proposta real, de verdade, com valores, não chegou pra mim. Estou deixando bem claro aqui. É claro que houve o interesse do clube da Rússia, mas oficial até agora nada”, reforçou.

Diego Tardelli fez questão de agradecer à torcida pela manifestação de carinho dada na partida de quarta-feira, contra o Iape, em Sete Lagoas, pela Copa do Brasil.

A todo instante, os atleticanos o incentivavam para marcar um gol sobre o modesto adversário. Tardelli acabou fazendo o oitavo na vitória histórica por 8 a 1. ”Foi um momento único, são coisas que acontecem comigo aqui, para ver o carinho que eu tenho com o torcedor, o respeito, independentemente se o placar estava sete. A torcida fica sempre na expectativa de um gol meu. O jogo já estava decidido, e a cada bola parada, a cada escanteio, todo mundo gritava meu nome. É uma coisa emocionante porque é a primeira vez que eu vivi aquilo, a torcida querendo que eu fizesse o gol, e toda hora gritando o meu nome. Eu só devo retribuir no que faço dentro de campo”. (UAI)

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